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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

E aí, já decidiu seu voto?

Momento difícil, hein colega eleitor? Mas como quase tudo na vida não é fácil, resolvi auxiliá-lo na decisão com imagens que podem abrir sua mente. Ou não. Afinal, quem aperta o botão é você!











terça-feira, 10 de novembro de 2009

GC, o plano furado

Acontece(u) com uma pessoa bem próxima, e direi tudo com dados bem técnicos e sem citar (muitos) nomes. Começou assim, ó: ela torceu o joelho, rompeu o cruzado. Solução: cirurgia. Tem plano de saúde desde sempre - e aqui, vamos chamar o plano dela de GC, ok? Procura médico que trabalhem com o plano, ok, um ótimo médico é encontrado. E aí então começou toda a novela, que relaciona direto com a GC e todos (até agora) seus funcionários.

É engraçado a gente ver como certas companhias de serviços, que pagamos religiosamente, funcionam somente quando preciamos deles. É seguro de carro, imóvel, plano de saúde. Bateu o carro? Bom AGORA vamos ver se eles realmente são tão prestativos como no dia em que me venderam o plano. Bom, pra pessoa que contratou a GC, não são. Chegaram a ir à casa dela, mais de uma vez, e propiciaram todas as facilidades para a contratação de um ótimo plano, que cobre tudo que uma pessoa da idade dela precisa. Inclusive uma cirurgia no joelho. Muito bonito tudo isso, no papel.

E lá se vão três meses de espera desde a ruptura do joelho. SUS? Não, companheiro, plano PRIVADO, pago religiosamente, com direito a ouvir desaforo de atendente! Sim, isso mesmo. Em uma das várias ligações realizadas para a GC, a cliente ainda teve que ouvir que "não teve interesse" suficiente para agilizar a aprovação da cirurgia pela companhia do plano - a GC! Sim, a cliente é responsável pela GC não se agilizar! Faz todo sentido, não? Não, não faz. Fora que cada ligação, uma pessoa diferente, uma história diferente, uma desculpa diferente. Agora, experimentasse ela não pagar um mezinho só. No mesmo dia já ligariam pra cobrar, certo.

O que já está agendado: depois da cirurgia - que ela espera ansiosamente que ainda aconteça em 2009, o cancelamento já está programado, e a tentativa em outra empresa de saúde se consolidará. Uma que prometa os serviços e faça. Afinal, de que adianta trazer ouro no nome se o atendimento vale menos que um latão furado?

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Maguila, direto

A frase:

"Esse Rubinho só atrapalha. Não ganha nada e ainda cria problema. Quase matou o Massa. É foda".



Comentário de Adílson Maguila Rodrigues sobre o acidente de Felipe Massa. Na comparação em tom de brincadeira do pai do piloto, Felipe teria recebido um impacto igual ao de um soco do ex-pugilista brasileiro. Mas Maguila se defende: "No auge da minha carreira, meu soco chegava a 280 kg. Era o segundo mais potente do mundo. Só o Foreman batia mais forte do que eu". Ele gostou de ser lembrado pelo pai do piloto, mas disse que não é hora de brincadeiras com o estado de Felipe Massa. "Que Deus o abençoe e a toda a sua família. São todos gente muito boa. Ele tem de ficar bom logo para brilhar nas pistas", finalizou.

Poucas pessoas são tão sinceras.... e diretas, com o perdão do trocadilho.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Letras miúdas

Acontece assim, ó: as lojas Americanas, grande rede de comércio, bem conhecida, oferece, já há algum tempo, um cartão próprio (ao estilo Renner e C&A) para compras na loja. Apresentam as vantagens, claro, financiamento e compras em até 10 vezes sem juros. Magavilha.

Eis que compramos um aparelho de DVD e alguns filmes na dita loja. E minha querida mãe, que tem o dito cartão, se ofereceu para utilizá-lo e parcelarmos tudo em cinco vezes. Antes de efetuar a compra, perguntou ao atendente, no diálogo que segue:

- Esse valor dá pra fazer em quantas vezes, no cartão da loja?
- Até 10, se a senhora quiser
- Sem juros?
- Sim, sem juros
- Então faça em cinco... mas não será cobrado nenhum juro?
- Não, senhora

Ótimo, tudo feito, levamos o DVD e alguns DVDs (trcadilho proposital para um alívio cômico). Dias depois, quando minha mãe recebe a fatura em casa, observa que o valor está... bem, estranho. Me liga, para lembrar o que compramos. Eu disse, falei os valores que lembrava. Tinha coisa a mais ali. Ela liga, então para a Americanas. Eis a nova conversa:

- Vi que na minha fatura tem valores que não fecham com as compras. E vocês me disseram que não haviam juros. Mas tem valores a mais ali...
- Sim, senhora. É uma taxa que cobramos de R$ 5 por parcela.
- Quer dizer que eu vou pagar R$ 25 a mais pelas compras?
- Sim, senhora...

Daí, seguiu-se um bem dito sermão de minha mãe ao atendente, que não repasso aqui para não ocupar espaço. Conclusão: não há anuidade, não há juros, mas tem taxas. E que taxas! Minha mãe prometeu ir até a loja onde fez o cartão rasgar na frente deles. Pretendo ir junto, fotografar e postar aqui. Se fosse eu, daria a sugestão de um lugar justo onde enfiar o cartão.

Fiquei pensando no pessoal de (bem) baixa renda, que utiliza a loja para compras básicas, como, por exemplo, material escolar para os filhos. A criatura vai lá, escolhe bem os cadernos, lápis, mochila e vai gastar uns 100 reais, sei lá. E como essa grana vai fazer falta, faz nas 10 vezes que a boazinha loja oferece. Pagará 150 pilas.

Moral da história: cuidado com as letras miúdas de contratos, mesmo que elas não existam. E viva o capitalismo ianque.
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